sexta-feira, 27 de julho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Mais uma matéria com o Tarja-Preta - por Dani Origuela
Quando se fala em tarja preta, vem logo à cabeça a lembrança de um
medicamento forte, de uso controlado e que necessita de prescrição
médica. Na música, o que era remédio virou nome de grupo de hip hop.
Continua com princípio ativo poderoso, mas virou sinônimo de protesto,
atitude e feminilidade.
Formado em 2006 pela dupla de MC’s, Joyce da Silva Fernandes (Preta Rara), 27 anos, e Jackelline Pereira de Oliveira (Jack), 26 anos, o Tarja Preta foi o primeiro grupo feminino de hip hop a ser constituído na Baixada Santista. Antes, as mulheres que cantam esse estilo musical se concentravam em São Paulo.
A ideia de formar o grupo surgiu de um bate-papo. Joyce trabalhava em uma locadora de vídeos e ouvia um rap, quando a Jack e um amigo entraram no estabelecimento. Entre uma conversa e outra, a futura parceira disse que “as ‘minas’ da região só queriam saber de funk”- movimento que surgiu nos morros cariocas e, desde a metade dos anos de 1990 chegou à Baixada Santista e, até hoje faz muito sucesso, principalmente entre os jovens.
“Fiquei com muita raiva dela naquele momento. Pensei que estava tirando uma onda da minha cara”, lembra Joyce. A insatisfação, segundo a
jovem, foi devido ao estilo de música cantado por muitos MC’s do funk, que fazem apologia ao crime e às drogas. A vulgarização da imagem da mulher e a sexualidade exagerada nas letras também a incomodavam.
Não deu outra. No debate entre os ritmos musicais venceu o hip hop. As jovens que se conheciam desde os 7 anos de idade, mas não eram amigas, foram unidas pela música e a paixão pelo rap. O nome do grupo surgiu de um CD do rapper Gog. O disco se chamava Tarja Preta. As meninas ficaram com receio de utilizar o nome e decidiram entrar em contato com o músico, que é de Brasília. Ele gostou muito da ideia e as autorizou a utilizar o título do álbum.
Inspiradas pelas cantoras norteamericanas Missy Elliot, Queen Latifah, Mc Lyte, Lady Patra e pela brasileira Dina Di, falecida em 2010, com a qual já dividiram o palco, Jack e Preta Rara compõem as músicas que nterpretam. Com mensagens de reflexão ao público, elas rebatem o preconceito de gênero. No início, a batida era melódica, hoje a pegada é mais ritmada, graças a uma dica do rapper Criolo, amigo da dupla. Segundo ele, “tema triste não precisa ter uma base com a mesma característica”. O conselho ajudou o grupo a diversificar o público.
Além da Baixada Santista, a dupla já se apresentou em São Caetano do Sul, Diadema, Marília, Grande São Paulo e na capital de Goiás, Goiânia. O estilo musical das jovens chama a atenção pelas músicas de protesto que falam de uma verdade escondida pela sociedade. Os eventos que participam vão desde festivais de hip hop até seminários. Já os convites para apresentações em baladas são raros. “Graças a Jah, somos convidadas a cantar em vários lugares maneiros, como em eventos de cursos da área de Humanas e em ações de movimentos sociais”, conta Preta Rara.
Palestras em universidades também estão no roteiro do grupo, que já se acostumou a compor mesas para falar sobre a realidade da periferia. “Para muitos que nos assistem, essa visão é apenas uma teoria”, desabafa Jack. A performance do Tarja Preta já rendeu muitos prêmios à dupla: 1º lugar no concurso Voz Feminina, em São Paulo; 3º lugar do Festival de Mulheres MC’s; e o 2º lugar no concurso Hip Hop Mulher. Elas também foram homenageadas pelo Fórum de Mulheres de São Paulo por incentivar a participação de mulheres no movimento hip hop.
E para quem pensa que as meninas só vivem de música, se engana. Joyce termina o curso de bacharelado em História no final deste semestre e já leciona em uma escola particular. Jackelline recentemente inaugurou um salão de beleza, onde coloca em prática outro dom, o de cabeleireira. A jovem tem um filho.
No mês de abril, a dupla lançou uma marca de roupas e acessórios, a Tarja Preta Moda Afro, especializada na moda afrobrasileira. Entre os produtos estão turbantes e bolsas de tecido.
Preconceito
“Mulher inteligente não usa o corpo, usa a mente”. Com essa frase a dupla define a luta contra o preconceito, sofrido até mesmo dentro do movimento a qual elas pertencem. Não é raro os homens torcerem o bico quando as meninas relatam que já cantaram em São Paulo. “A cidade é o berço do hip hop no Brasil. Todo mundo que pertence ao movimento e desenvolve algum dos quatro elementos (break, graffiti, DJ e MC) sonha em se apresentar por lá”, conta Joyce.
Apesar do “Clube do Bolinha” ser hiperfechado, segundo elas, o Tarja Preta consegue furar esse bloqueio e todo mês é convidado a cantar na terra da garoa e do hip hop. “Somente no mês de maio fomos todos os sábados para a capital e cantamos em quatro lugares diferentes”, contam.
As roupas utilizadas pelos homens do movimento são a calça larga e o camisão. No início, para enfrentar o preconceito e conseguir entrar no
mundo até então masculino, a mulher se vestia da mesma forma. O objetivo era que os meninos as aceitassem pelas ideias, não pelo corpo.
Atualmente, a mulher está bem feminina e sobe ao palco de saia justa, vestido colorido e cheia de acessórios. “A maioria faz questão de mostrar a feminilidade, para quebrar essa impressão do passado”, complementa Joyce.
Texto de Dani Origuela.
http://cenadabaixada.com.br/2012/06/20/tarja-preta-voz-feminina-do-rap-em-ativismo-contra-o-preconceito/
Formado em 2006 pela dupla de MC’s, Joyce da Silva Fernandes (Preta Rara), 27 anos, e Jackelline Pereira de Oliveira (Jack), 26 anos, o Tarja Preta foi o primeiro grupo feminino de hip hop a ser constituído na Baixada Santista. Antes, as mulheres que cantam esse estilo musical se concentravam em São Paulo.
A ideia de formar o grupo surgiu de um bate-papo. Joyce trabalhava em uma locadora de vídeos e ouvia um rap, quando a Jack e um amigo entraram no estabelecimento. Entre uma conversa e outra, a futura parceira disse que “as ‘minas’ da região só queriam saber de funk”- movimento que surgiu nos morros cariocas e, desde a metade dos anos de 1990 chegou à Baixada Santista e, até hoje faz muito sucesso, principalmente entre os jovens.
“Fiquei com muita raiva dela naquele momento. Pensei que estava tirando uma onda da minha cara”, lembra Joyce. A insatisfação, segundo a
jovem, foi devido ao estilo de música cantado por muitos MC’s do funk, que fazem apologia ao crime e às drogas. A vulgarização da imagem da mulher e a sexualidade exagerada nas letras também a incomodavam.
Não deu outra. No debate entre os ritmos musicais venceu o hip hop. As jovens que se conheciam desde os 7 anos de idade, mas não eram amigas, foram unidas pela música e a paixão pelo rap. O nome do grupo surgiu de um CD do rapper Gog. O disco se chamava Tarja Preta. As meninas ficaram com receio de utilizar o nome e decidiram entrar em contato com o músico, que é de Brasília. Ele gostou muito da ideia e as autorizou a utilizar o título do álbum.
Inspiradas pelas cantoras norteamericanas Missy Elliot, Queen Latifah, Mc Lyte, Lady Patra e pela brasileira Dina Di, falecida em 2010, com a qual já dividiram o palco, Jack e Preta Rara compõem as músicas que nterpretam. Com mensagens de reflexão ao público, elas rebatem o preconceito de gênero. No início, a batida era melódica, hoje a pegada é mais ritmada, graças a uma dica do rapper Criolo, amigo da dupla. Segundo ele, “tema triste não precisa ter uma base com a mesma característica”. O conselho ajudou o grupo a diversificar o público.
Além da Baixada Santista, a dupla já se apresentou em São Caetano do Sul, Diadema, Marília, Grande São Paulo e na capital de Goiás, Goiânia. O estilo musical das jovens chama a atenção pelas músicas de protesto que falam de uma verdade escondida pela sociedade. Os eventos que participam vão desde festivais de hip hop até seminários. Já os convites para apresentações em baladas são raros. “Graças a Jah, somos convidadas a cantar em vários lugares maneiros, como em eventos de cursos da área de Humanas e em ações de movimentos sociais”, conta Preta Rara.
Palestras em universidades também estão no roteiro do grupo, que já se acostumou a compor mesas para falar sobre a realidade da periferia. “Para muitos que nos assistem, essa visão é apenas uma teoria”, desabafa Jack. A performance do Tarja Preta já rendeu muitos prêmios à dupla: 1º lugar no concurso Voz Feminina, em São Paulo; 3º lugar do Festival de Mulheres MC’s; e o 2º lugar no concurso Hip Hop Mulher. Elas também foram homenageadas pelo Fórum de Mulheres de São Paulo por incentivar a participação de mulheres no movimento hip hop.
E para quem pensa que as meninas só vivem de música, se engana. Joyce termina o curso de bacharelado em História no final deste semestre e já leciona em uma escola particular. Jackelline recentemente inaugurou um salão de beleza, onde coloca em prática outro dom, o de cabeleireira. A jovem tem um filho.
No mês de abril, a dupla lançou uma marca de roupas e acessórios, a Tarja Preta Moda Afro, especializada na moda afrobrasileira. Entre os produtos estão turbantes e bolsas de tecido.
Preconceito
“Mulher inteligente não usa o corpo, usa a mente”. Com essa frase a dupla define a luta contra o preconceito, sofrido até mesmo dentro do movimento a qual elas pertencem. Não é raro os homens torcerem o bico quando as meninas relatam que já cantaram em São Paulo. “A cidade é o berço do hip hop no Brasil. Todo mundo que pertence ao movimento e desenvolve algum dos quatro elementos (break, graffiti, DJ e MC) sonha em se apresentar por lá”, conta Joyce.
Apesar do “Clube do Bolinha” ser hiperfechado, segundo elas, o Tarja Preta consegue furar esse bloqueio e todo mês é convidado a cantar na terra da garoa e do hip hop. “Somente no mês de maio fomos todos os sábados para a capital e cantamos em quatro lugares diferentes”, contam.
As roupas utilizadas pelos homens do movimento são a calça larga e o camisão. No início, para enfrentar o preconceito e conseguir entrar no
mundo até então masculino, a mulher se vestia da mesma forma. O objetivo era que os meninos as aceitassem pelas ideias, não pelo corpo.
Atualmente, a mulher está bem feminina e sobe ao palco de saia justa, vestido colorido e cheia de acessórios. “A maioria faz questão de mostrar a feminilidade, para quebrar essa impressão do passado”, complementa Joyce.
Texto de Dani Origuela.
http://cenadabaixada.com.br/2012/06/20/tarja-preta-voz-feminina-do-rap-em-ativismo-contra-o-preconceito/
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Africanize seu corpo! Africanize sua mente! Use TARJA-PRETA/MODA FRO
Enviamos para qualquer lugar do Brasil, via correios por PAC, que sai mais barato do que SEDEX
2 formas de uso, na cabeça ou no pescoço!!!
Preço unitário: R$12,00
Ligeu ou envie msg: (13) 8114-4145 (Tim)
Ou visite a nossa página no facebook: https://www.facebook.com/TarjaPretaModaAfro
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Tarja-Preta MODA AFRO
A marca de bolsas, turbantes
e acessórios com a temática afro, leva o mesmo nome do grupo de rap feminino Tarja
Preta da cidade de Santos no litoral paulista.
As bolsas e turbantes são o
foco principal da marca que leva para as ruas um conceito novo de moda,
abusando das cores e de formas geométricas. Trabalhamos com os tecidos de
chita, algodão cru e malha lisa e estampadas.
Tivemos a ideia de lançar
essa nova proposta devido as nossas apresentações em que sempre estávamos de
turbantes e com bolsas de tecidos coloridas, e as mulheres se identificavam nos
perguntando aonde nos compramos e foi assim que surgiu a marca Tarja-Preta Moda
Afro, conta Preta-Rara integrante do Tarja-Preta.
A proposta da marca e
divulgar e difundir a cultura afro brasileira através desses acessórios e
quebrar alguns paradigmas e preconceitos a respeito das amarrações de nossos turbantes.
A marca foi lançada no evento
do RevivaRap em São Paulo no dia 15 de abril de 2012.
Esperamos ainda ter a
oportunidade de fazer um lançamento oficial e um desfile das peças.
Já estamos vendendo pela
internet para todo o Brasil e também em nossos shows.
AFRICANIZE SUA CABEÇA, através
dos nossos turbantes, bolsas e acessórios da nossa MODA AFRO!
Saudações Africanas!
segunda-feira, 14 de maio de 2012
6 anos de Luta Mães de Maio
No último sábado dia 12 de maio de 2012, aconteceu o ato solene e de protesto de 6 anos das Mães de Maio na Baixada Santista.
Desceram 2 ônibus de São Paulo trazendo vários artista do
rap nacional como, Vinão Alo Brasil;
Família Dus Corres; Anexo Verbal ; Yzalú ;Tarja-Preta e diversos grupos e a
galera dos Saraus em peso colou também.
Momento de muita emoção foi relembrar algumas a história de várias
mães que perderam seus filhos pela as atrocidades cometidas pela polícia, e
algumas fotos das vitimas estão exposta perto de cruz pretas representando a
morte.
Mais uma vez a Prefeitura de Santos não ofereceu estrutura
nenhuma, do que já tinham sido pedidos com antecedência pelos organizadores do
ato.
Nem palco, nem água e nem estrutura, mas mesmo assim o ato
foi feito e obteve muito sucesso, os grupos de rap e os saraus se organizaram e
fizeram uma apresentação na força do gogó e todos os presentes acompanharam
sentados no chão fazendo um grande círculo.
Para o grupo Tarja-Preta foi muito importante a nossa participação,
pois não perdemos ninguém da família e nem amigos dessa forma, mas conhecemos centenas
de pessoa que já passaram por isso e saímos
de lá mais fortalecidas para dar continuidade e total apoio as Mães de Maio.
Fica aqui o meu protesto também perante a CUFA da Zona Noroeste, que importantíssimo ato
como esse não tivemos a presença de ninguém da coordenadoria da CUFA- Santos e
nem um apoio no evento, visando que o evento foi realizado na Praça da Paz em
frente a sede da CUFA.
Penso que o projeto CUFA não se limita só a aulas de
basquete e sim apoiar as causas sociais da periferia. E esse ato das Mães de
Maio, são mulheres periféricas que tiveram seus filhos mortos pela policia.
Sendo assim a CUFA como Central Única das Favelas poderia ao
menos enviar uma carta com alguns esclarecimentos dizendo o porquê dá não
presença.
Algumas fotos do evento:
(Creditos: Perfil no facebook das mães de maio)
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Revivarap!
RESUMO DO EVENTO:
Meu foi muito looko o evento, todos os grupos que participaram da seleção para ser integrado na coletânea, eram muitos bons.
Foi difícil pra gente ficar no júri, mas gostamos do resultado final.
O show do Marechal foi fodástico e ainda teve a participação do Paulo M.Sário do Pentágono.
E lançamos a marca TARJA-PRETA MODA AFRO pela primeira vez em SP.
Meu foi muito looko o evento, todos os grupos que participaram da seleção para ser integrado na coletânea, eram muitos bons.
Foi difícil pra gente ficar no júri, mas gostamos do resultado final.
O show do Marechal foi fodástico e ainda teve a participação do Paulo M.Sário do Pentágono.
E lançamos a marca TARJA-PRETA MODA AFRO pela primeira vez em SP.
sábado, 24 de março de 2012
quarta-feira, 14 de março de 2012
EMCENA BRASIL - PROJETO COMGÁS 10/03/2012
No último domingo dia 10 de março, mas uma vez fomos pegas de surpresa.
O Mano Zé Elias nos ligou convidando pra mais um evento lá no Rio Branco, chegando lá tivemos a maior surpresa. Era um mega evento que a COMGÁS ofereceu para os moradores de São Vicente, com uma bela estrutura de palco e iluminação.
E as atrações ficaram por conta do grupo Divulgação Direta lá do Rio Branco, Teatro de Mamulengo de Pernambuco e Tarja-Preta.
O responsável pelo evento gostou muito da nossa apresentação e no palco mesmo, já fez novos convites, para a gente acompanhar a caravana do Emcena Brasil pela Baixada Santista, cantando agora na Zona Noroeste e BNH em Santos.
E no final do evento veio um monte de crianças perguntarem o que era Rap e Hip Hop, e esse momento para nós foi o mais importante onde ficamos quase uma hora conversando com o futuro do nosso país.
Confira algumas fotos:
| Os parceiros! |
| Na cena! |
| Cantaram o refrão da música "Falsa Abolição" e ganharam um cd. |
| Essas crianças são demais... |
| Atores e cantores do Teatro de Mamulengo - Sr. Olrlando e Zé Elias |
| Sr. Orlando - Organizador do Evento. |
| Parceria forte Fat da ZN e Mano Zé Elias. |
| De volta para a casa. |
segunda-feira, 12 de março de 2012
Rinha dos MCs - Realizamos o nosso sonho!!
Na última sexta-feira dia 09 de março de 2012, foi um dia mágico para o grupo Tarja-Preta, pois nunca imaginaríamos um dia poder cantar na Rinha dos MC’s, evento este, tão importante para o cenário do Hip Hop nacional, e para o currículo de vários grupos que estão começando, como a gente.
A Negra Jack e eu Preta-Rara, somos moradoras da Baixada Santista, e não é sempre que podemos subir a São Paulo para um passeio, porem nesse dia eu estava de folga e a Jack também, por causa disso resolvemos ir mais cedo, assim dando um role na Galeria do Rock, e já divulgando o nosso trampo.
| Pegada Preta |
Fomos à loja “Gringos”, vários salões de beleza e paramos e trocamos uma idéia da hora mesmo na Pegada Preta, o maninho que estava lá trabalhando nos deu atenção e conversamos sobre o grupo deixamos um cd na loja dele que ficou lá tocando o nosso som. Da hora mesmo!!
E logo depois perto das 19h, chegamos no Ação Educativa, local este que o Tarja-Preta já canta desde 2007, tendo como primeira apresentação o evento do HIP HOP MULHER.
A noite estava belíssima e logo começou a chegar às pessoas, reencontramos vários irmãos de milianos como o Tago, Neto, Lúcia Makena, Gegê do Caos do Subúrbio o Sérgio de Perus e outras novas amizades como a Amanda e os maninhos que apresentaram um som lá na hora pra gente.
| Gegê Caos do Subúrbio e Afrobreak |
| Benigno Cidade Nostalgia e Mônica |
| Réu - RevivaRap |
| Nina Brown |
E assim começou a Rinha dos mcs, com os beats pesadão do DJ DanDan e a agitação da festa com o Mamuti Zero Onze, e após a rinha começamos a nossa apresentação.
Ganhamos do Projeto Voz Feminina CDs prensados com as nossas músicas e CDs do projeto em que participamos.
| Sérgio de Perus ( a primeira pessoa que convidou o Tarja-Preta pra cantar em São Paulo) |
Realmente foi da horaaaaaaaaaaa, estamos empolgadas até agora!
RINHA DOS MCS, muito obrigada pelo convite, DanDan, Mamuti valeu mesmo, Tamu Juntos.
| ♫ DJ DanDan também amo você ♫ |
E pra quem ler esse relato cheio de emoção, e que realmente era um sonho antigo do grupo que foi realizado, pois sempre acreditamos em nosso trabalho e é isso que dá um gás fortíssimo que nos levanta sempre a não parar, quando a porta fechar, pois com certeza bateremos em outras portas até alguém abrir.
SAUDAÇÕES AFRICANAS!! FAMÍLIA!!
De: Preta-Rara do T.P
sexta-feira, 2 de março de 2012
Agenda - Pra quem quiser colar com a gente! Simborá!!
04/03 – Projeto Conexão Cultural em Guarujá às 10h – Evento em Prol das famílias do Sitio Conceiçãozinha.
09/03 – Rinha dos MC’s – Ação Educativa em SP às 19h.
21/03 – UNIFESP – Campus da Baixada Santista às 17h.
21/04 – Feira BAZARTE as 15 às 22h. – Associação de Melhoramento de Bairro. Campo Grande em Santos-SP
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Carnaval do C.E.S em Santos dia 18/02/12 as 19H.
Salve Manos e Minas!
E nesse sábado o CARNAVAL DO C.E.S em Santos, que fica na Av: Ana Costa,308 - ao lado do Extra. A partir das 19H. Entrada: R$2,00, quem chegar de fantasia a entrada é grátis. Venha curtir um carnaval underground totalmente diferenciado!!
Presença confirmado do grupo de rap feminino TARJA-PRETA e CHIAPAS LIVRES.
VAMOS CHERGAR FAMÍLIA!!!
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
PRIMEIRO ENSAIO - 2012
Primeiro ensaio do ano estamos ansiosa para gravar logo as
músicas novas!
Aguardem que 2012
será de mega mudanças.... Sem fazer muita propaganda, quem curte aguarde ai...
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TARJA-PRETA
GRUPO FEMININO DE RAP NACIONAL, FORMADO POR JOYCE FERNANDES(PRETA-RARA) E JACKELLINE PEREIRA(NEGRA JACK).
TEVE INICIO EM OUTUBRO DE 2006,COM SUAS LETRAS DE PROTESTO MAIS TENTANDO FAZER UM RITIMO DIFERENTE ESTÃO AI DA BATALHA DE GRAVAR UM CD COMO TODOS OS GRUPOS INICIANTES.
JÁ SE APRESENTARAM EM GRANDES EVENTOS DA REGIÃO,COMO A MISCELÃNIA CULTURAL "NEGRAS ARTES"NA CIDADE DE SANTOS. NA PASSEATA 20 DE NOVEMBRO EM SÃO PAULO,E NO 1ºENCONTRO NACIONAL DE HIP HOP PARA AS MULHERES TROCANDO EXPERIÊNCIA COM OUTRAS MULHERES DO BRASIL, LOS ANGELES E CANADÁ.
SUA MÚSICA DE TRABALHO NO MOMENTO É "FALSA ABOLIÇÃO"
ACESSEM E CONFIRA O NOSSOS SONS
www.myspace.com/tarjapreta2008
TEVE INICIO EM OUTUBRO DE 2006,COM SUAS LETRAS DE PROTESTO MAIS TENTANDO FAZER UM RITIMO DIFERENTE ESTÃO AI DA BATALHA DE GRAVAR UM CD COMO TODOS OS GRUPOS INICIANTES.
JÁ SE APRESENTARAM EM GRANDES EVENTOS DA REGIÃO,COMO A MISCELÃNIA CULTURAL "NEGRAS ARTES"NA CIDADE DE SANTOS. NA PASSEATA 20 DE NOVEMBRO EM SÃO PAULO,E NO 1ºENCONTRO NACIONAL DE HIP HOP PARA AS MULHERES TROCANDO EXPERIÊNCIA COM OUTRAS MULHERES DO BRASIL, LOS ANGELES E CANADÁ.
SUA MÚSICA DE TRABALHO NO MOMENTO É "FALSA ABOLIÇÃO"
ACESSEM E CONFIRA O NOSSOS SONS
www.myspace.com/tarjapreta2008
MATÉRIA EXTRAIDA DO JORNAL LOCAL DE SANTOS-SP
"MULHER INTELIGENTE NÃO USA O CORPO USA A MENTE" JAQUELINE E JOYCE SÃO DUAS BRASILEIRAS COMO MUITAS SÃO NEGRA TÊM 22 ANOS,UMA TRABALHA COMO DIARISTA E A OUTRA COMO COZINHEIRA,CUIDAM DE SUAS FAMÍLIAS E LUTAM PELA DIGNIDADE.SÓ QUE ESSAS CIDADÃS RESOLVERAM IR ALÉM. E ÉCOMO PRETA-RARA(JOYCE) E NEGRAS JACK(JAQUELINE)QUE ELAS MOSTRAM QUE NÃO QUEREM SER APENAS MAIS DOIS NÚMEROS NAS ESTÁTISTICA OFICIAIS.HÁ QUASE 3 ANOS CRIARAM O GRUPO DE RAP TARJA PRETA,QUE LUTA CONTRA O PRECONCEITO. RACIAL,SOCIAL,SEXUAL E ATÉ MESMO MUSICAL.SIM PORQUE NA CENA DO HIP HOP A MULHER AINDA NÃO CONSEGUE MUITO ESPAÇO.TANTO QUE NA BAIXADA ELAS SÃO UMAS DAS ÚNICAS REPRESENTANTE FEMININAS DO GÊNERO. A PREOCUPAÇÃO EM LEVAR ESSA MENSAGEM TEM UM MOTIVO.AS DUAS ACHAM QUE A MÚSICA TEM UMA IMPORTANTE MISSÃO "É UMA VOZ QUE CHEGA AO ALCANCE DE TODOS"(NEGRA JACK). SENDO ASSIM,O QUE DEVE CHEGAR PARA AS PESSOAS É SEMPRE UMA MENSAGEM POSITIVA."SOMOS NEGRAS MILITANTES,TEMOS A OBRIGAÇÃO DE AJUDAR A CONSTRUIR UM MUNDO MELHOR(PRETA-RARA). NA OPINIÃO DELAS É INADMISSÍVEL QUE AS MULHERES ACEITEM RITMOS QUE DENIGREM SUA IMAGEM E SUA CONDIÇÃO. MÚSICAS DE DUPLO SENTIDO COLOCAM A MULHER COMO OBJETO E TEMOS QUE LUTAR CONTRA ISSO.PORQUE MULHER INTELIGENTE NÃO USA O CORPO USA A MENTE. (TRECHO DA MÁTERIA DO JORNAL "EXPRESSO POPULAR" POR:THAÍS LYRA)

















